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Bruno Patriani

Com apenas 26 anos, este jovem inspira muitos outros que pretendem se tornar grandes administradores. Hoje, ele comanda a Patriani, uma das construtoras/incorporadoras que mais crescem na região, ocupando o cargo de diretor.
Bruno Gusman Patriani nasceu, cresceu e reside em São Caetano do Sul, e, com muita humildade, diz que vem aprendendo um pouco a cada dia com todos que o cercam, ensinamento este adquirido de seu pai. Formado em Administração, ele almeja futuramente cursar Engenharia Civil e conta que há quatro anos abraçou a empresa fundada por seu pai, Valter Patriani e, hoje, o sucesso da companhia se tornou sua meta pessoal.
Há apenas quatro anos no mercado, a Patriani já lançou 12 empreendimentos, sendo a maior parte deles em Santo André, e os demais em São Caetano e cidades do interior de São Paulo, como Atibaia, Campinas e Sorocaba. Ainda para este ano, a meta é entregar mais quatro empreendimentos, e continuar numa crescente.

Por Mariana Fanti

Aos 17 anos Bruno começou a trabalhar com Vendas; porém, seu primeiro contato com o ramo civil foi justamente no momento de fundação da Incorporadora Patriani, que exerce essa função desde 2012. Primeiramente como incorporadora, depois de dois anos e meio fundou uma construtora do mesmo grupo, chamada VBG. Aos 21 anos ele assumiu o desafio, e decidiu apostar no negócio recém-fundado por seu pai, Valter Patriani.
Atuando desde o primeiro empreendimento como diretor, sempre atento às responsabilidades que este cargo possa lhe trazer, Bruno atua tanto na parte de engenharia, quanto financeira e de marketing/vendas. “Minha principal função aqui (na Patriani) é escolher/decidir qual e quando cada produto é lançado e quais as principais estratégias para se alcançar o objetivo de vendê-lo rapidamente, o que acabou se tornando uma característica nossa, dentro do mercado. Em relação à Engenharia, atuo na escolha de materiais, com o objetivo de buscar mais garantias e conforto aos moradores do prédio”, explica de forma didática.

Sobre a Patriani
Atualmente a Patriani comercializa imóveis residenciais e comerciais. O primeiro lançamento comercial da Incorporadora aconteceu no ano passado na cidade de Atibaia (interior de São Paulo), empreendimento este que rendeu alguns prêmios para a Construtora, por ser o primeiro deste tipo, na cidade. “Nós vemos o ABC como nossa casa, pois nossos produtos atenderam fortemente uma demanda que não estava sendo atendida aqui na região. Além disso, conhecemos bem, principalmente Santo André, o berço de várias obras”, conta Bruno, que também possui outras operações em Sorocaba e Campinas. “Temos interesse em entrar também na capital no próximo ano”, revela.
Recentemente a Patriani deixou de ser considerada pequena empresa, passando a ser classificada como empresa média, com sede em São Caetano do Sul e cerca de 150 colaboradores. Embora tenha uma estrutura de médio porte, a empresa não perdeu as características familiares, o que para Bruno é um ponto positivo. “Um dos pontos fortes de se trabalhar numa empresa familiar é a agilidade e dinâmica que você consegue imprimir no dia a dia e na tomada de decisões. Tanto eu quanto o Valter participamos da maioria das decisões que norteiam a companhia. Porém, a tendência da Patriani é de se posicionar cada vez menos familiar”. Segundo ele, outro diferencial da empresa é a rapidez com que comercializam os produtos.
Apesar do cenário de crise pelo qual o País vem passando, a Patriani fez grandes lançamentos, em 2016, e vendeu recentemente todas as unidades de um edifício, em um período de trinta dias. Bruno atribui esse êxito em vendas à qualidade dos produtos, aliada ao preço justo. “O Sky Patriani, em Santo André, por exemplo, foi 100% vendido no mês de julho de 2016. E o Atibaia Offices foi 100% vendido em 15 dias, no mesmo período. Nos orgulhamos de todos nossos apartamentos terem pelo menos duas vagas e temos a convicção de que cada planta é diferente da outra, dando mais personalidade para cada um dos empreendimentos”, afirma Bruno. “A crise não afetou só a construção civil, afetou também os clientes que trabalham nas mais diversas áreas, por isso adaptamos nosso fluxo de pagamento e até nosso atendimento, pois hoje leva mais tempo para se concretizar uma venda”, explica.

Futuro
Quando desafiado a dar um palpite sobre como enxerga a Patriani nos próximos dez anos, a resposta está na ponta da língua. “Como uma empresa sólida no ABC e na capital. Hoje, a Patriani é a incorporadora mais nova do ABC. Entretanto, daqui a dez anos, acredito que estaremos ainda mais consolidados como marca, o que nos ajudará nas vendas dos imóveis”.
O jovem faz questão de frisar que outro diferencial da empresa é que cada empreendimento é diferente do anterior, e especialmente estudado para suprir a demanda daquela região, de forma singular. A Patriani já lançou 12 empreendimentos, sendo cinco torres residenciais, a maior parte deles, em Santo André. Ainda este ano, o plano é realizar mais quatro entregas na cidade.
Bruno diz que é difícil escolher qual obra tem mais orgulho, pois todas têm sua particularidade. “O Vértice Patriani, por exemplo, foi o primeiro empreendimento da Incorporadora. O Moblità Patriani foi o primeiro a ser 100% vendido em 24 horas. O Spettacolo, localizado em Sorocaba, tem uma torre exuberante e um lazer incrível. O Atibaia Offices foi o primeiro comercial da Incorporadora e o primeiro de Atibaia, ou seja, cada empreendimento é especial, é impossível escolher um. São como filhos”, diz.

Desafios pessoais
Após ter concluído Administração, Bruno pretende cursar Engenharia Civil. Além da carreira profissional, outro desafio é posicionar a empresa entre os maiores ‘players’ do mercado. “Meu sonho é realizar este mesmo trabalho em âmbitos maiores”, diz.
Muito focado e dedicado ao trabalho, Bruno deixa escapar que ainda sobram alguns momentos de lazer no dia a dia, quando gosta de jogar tênis, futebol, viajar e ler um livro. Com tão pouca idade o rapaz já vem se firmando em sua carreira profissional, e deixa um conselho aos leitores da MercNews. “Enxerguem o mundo pela perspectiva do próximo, seja ele cliente, fornecedor, amigo ou familiar”.

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